trazes as mãos tão
puídas cada
calo ronda teus
suplícios tuas
eternidades
cada homem que em
ti
existiu
atas entre teu
olhar e esta
terra devastada os
dias
mortos
cada aniquilamento que
abarcaste
tua substância ressoa nossa
vã
permanência
sexta-feira, 29 de maio de 2009
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